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JOGO DE PACIÊNCIA.


Publicada em: 10/01/2016 14:15
por: Hélio da Rosa Machado

                    ENQUANTO O FUTEBOL DÁ UMA TRÉGUA VOU PUBLICANDO MEUS ARTIGOS...

 

A frase de que a paciência é o intervalo entre a semente é a flor foi a melhor definição que encontrei como elemento de definição para esse predicado tão necessário na vida humana.

Se a gente fosse resumir a vida como um jogo de paciência, certamente que muita gente concordaria. Entretanto, temos de convir que não é nada fácil, visto que diante dos arroubos é extremamente difícil se arredar das contingências. Elas são cruéis e vêm com intensidade. Assim, em sentido diretamente oposto haver-se-ia de surgir de forma moderadora a esperada e necessária paciência. Mas, como? Quando as coisas estão em um clima de ebulição no que diz respeito às eloqüências do pensamento?

Os problemas existem e são palpáveis. O difícil é vivê-lo e ter discernimento suficiente para atravessá-lo com leniência. Pudera eu ser expert no assunto! Não creio que todos os seres desta terra sejam tão invulneráveis a ponto de passarem em momento zen por um instante de estremecer as estruturas.

Talvez sejamos daqueles seres que perdemos fácil a paciência. Acho isso bem humano e até corriqueiro na vida das pessoas. Afinal, ninguém é obrigado a digerir problemas e guardá-los no seu interior, na parte em que armazenamos os lixos existenciais. Esses lugares de indigestão hão de desencadear traumas no ser humano. Por isso, é conveniente despojá-los de alguma forma.

O importante é não transgredir a norma de convivência. O respeito antes de tudo. É uma coisa difícil porque tem uma linha tênue de percepção, já que cada uma assimila aquilo que lhe é peculiar. Entretanto, há que se ter um mínimo de percepção para não ultrapassar os limites da tolerância. Cada um tolera aquilo que lhe cabe como abrangência do seu eu.

Cada pessoa é uma incógnita sob o ponto de vista externo. Ninguém é capaz de visualizar com profundidade o ente interior de outrem quando agregado à personalidade intrínseca. Não temos como enxergar com olhos de lince à mágoa alheia porque ela é personalíssima. Às vezes, nossas formas de defesa se confundem com a verdadeira intenção. Acabamos magoando alguém, pelas ações, ou apenas pelas palavras. Basta dizer algo errado na hora errada que isso se difunde como um cartucho prestes a ser detonado.

Aí é hora de se armar com a paciência. Dar tempo ao tempo e esperar que as coisas sejam depuradas no amanhã.

A paciência é uma regra essencial de vida, mas, difícil de ser compreendida. A ebulição dos conflitos é algo detonador sob o ponto de vista emocional. Não há freio ABS que contenha os impulsos.

Entretanto, temos de ter consciência que nada é mais eficiente para reprimir uma contenda do que um desses contendores se armar com boa dose de paciência. Quando os ânimos estiverem serenados hão de agradecer (ambos os contendores) de ter havido esse momento de leniência pessoal.

Que Deus sempre nos proteja nessa hora!

 



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Paciência sempre...

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