Seja bem-vindo, você é o visitante número 1.301.656 do nosso site desde março/2009.

Menu Principal
Início
Apresentação
Notícias
Comentários
Agenda de Jogos
Fotos e Vídeos
Hino
Contato

Campeonatos SINDIJUS
Veterano 2019
Veterano 2018
Veterano 2017
Veterano 2016
Aberto 2015
Veterano 2015

PATRÍCIA (FLA), A PRIMEIRA CAMPEÃ DE 2011.


Publicada em: 26/01/2011 12:30
por: Hélio da Rosa Machado

                   Enquanto não temos notícias caseiras do nosso próprio futebol, em função de que a nova Diretoria da Delegacia Sindical, está dando os primeiros passos da sua administração, resta-nos falar do futebol Nacional, expressando nossa admiração pela dirigente Rubro Negra, a PATRÍCIA AMORIM, que tem 'espanado' a poeira do mundo da cartolagem, para demonstrar que a mulher, pode ser uma excelente dirigente do futebol profissional, quebrando a regra das últimas décadas, já que até então eram os homens que ditavam as regras.

                     Todos sabem que sou santista, mas, com pequena admiração pelo Flamengo, principalmente, agora, quando uma mulher "mostra a cara" para os marmanjos, demonstrando competência e muito jogo de cintura para reerquer essa expressiva galera rubro negra.

                     Aliás, posso fazer isso, pois, meu Peixe está sobrando dentro de campo...

                      Segue crônica deste articulista, publicada recentemente no site www.recantodasletras.com.br; cantinho virtual (nacional), onde deixo registrado meus escritos, como: poesias, crônicas, artigos, contos, haikais, pensamentos etc.

                    

                                          PATRÍCIA: A 1ª EM 2011 NO FUTEBOL.

 

Patrícia Amorim, mostra neste ano de 2011, que ninguém espere dela uma dirigente com toques indeléveis de mãos femininas, pelos coloridos de retórica, na contingência de uma ação leniente, em face da sua ternura de mulher, porque ela mostra que na ‘queda de braço’ com os homens fortes do futebol – a classe da cartolagem – tem fôlego de sobra para vencer as batalhas ‘campais’, além, é claro, dos duelos de bastidores, já que venceu com classe a pendenga de repatriamento do atleta Ronaldinho Gaúcho.

Hoje, mostrou também que sua atuação no campo das categorias de base, tem se transformado em excelente motivadora dos seus pupilos, diante da vitrine que exibiu na Copa São Paulo – A Copinha – através de um elenco de jovens atletas de bom nível que, desde o início da competição, demonstravam competência dentro das quatro linhas, tanto que este articulista em Crônica intitulada “Embate de Saia”, publicada algumas semanas atrás no site www.recantodasletras.com.br, já apontava o time de Flamengo dessa Copinha, como uma equipe briosa e cheia de talentos, ao proferir elogios à sua dirigente “Mor”, na área de sua atuação como dirigente feminina, anotando que ela (dirigente) estava atenta para esse aspecto de evolução no clube que dirige.

Assim, o “Bi” conquistado pela equipe Rubro Negra, não foi novidade alguma para os cronistas mais atentos, haja vista que a equipe em questão saiu-se vencedora do certame, com méritos, pois, além de conquistar o título, ainda leva na sua bagagem vencedora o desempenho da invencibilidade, já que conquistou o troféu sem perder uma única partida.

Notadamente, neste mundo ‘machista’ do futebol, ainda impera a lei do varão, até porque somos o país mais famoso do mundo do futebol e temos equipes de futebol feminino que perambulam pelas periferias do profissionalismo, por não termos competições que possam valorizar nossas atletas, tanto que Marta conquistou a maior parte dos seus títulos de ‘melhor do mundo’ fora dos nossos torrões natais.

Oxalá, esse tipo de evolução que se projeta em dois aspectos diferentes, mas, que clamam por uma mesma solução, ou seja: A projeção da mulher e rompimento das barreiras machistas, possam ser uma tônica que alavanque ainda mais as nossas necessidades de termos em todos os campos da vida humana, a presença constante da mulher, porque se ela é imprescindível para o nosso lar, por que não seria para nossa sociedade? 



Imagens

Patrícia Amorim, no Flamengo e na história do futebol.

Comentários (0)

Enviar comentário


Nome:
Comentário:
Código de verificação:  
(digite os números que aparecem na imagem ao lado do campo)