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Hora do adeus...


Publicada em: 18/02/2011 17:50
por: Hélio da Rosa Machado

Lá se foi um trabalhador. Marcos Elias se despede da sua fase aqui na terra. Uma pessoa astuta e interessante que viveu enquanto pode a sua vida com a aspiração de servir uma causa, no cargo de dirigente sindical, servindo alguns anos aos interesses do nosso sindicato, prestando, gratuitamente, os serviços que eram necessários para que as reivindicações da classe fossem levadas avante.

Neste momento a sua fala ligeira e objetiva se cala pela interferência da Divindade. Quis a sina deste homem que sua etapa de vida fosse interrompida, diante da aventura de se fazer presente no assento de uma motocicleta, com a qual curtia seus momentos de lazer, gozando da liberdade de sentir o vento forte bater-lhe no corpo.

Não foi só o vento que lhe açoitou. Um acidente ainda de causas desconhecidas por este escritor retirou-lhe o pulsar das veias, em face de uma simples (no cotidiano), mas, dolorida tragédia, que tem arrebatado muitos dos seres vivos do seio da nossa cidade Morena. Mas, não foi nosso trânsito ardiloso e sorrateiro que lhe retirou a vida. Foi ele vítima de outras paragens, onde, talvez, também haja tantos desencontros das regras transitáveis, que algumas vezes contribuem com a perda de vidas humanas.

Que o passar desse desencarne não seja só uma dolorida perda para nós do Poder Judiciário, para que transcenda por nossas reflexões, fazendo todos enxergar o perigo de se transitar sob duas rodas. Às vezes, eu, que também utilizo desse meio de locomoção, fico a me perguntar por que tantos jovens se fazem de olhos vendados para a realidade irreparável que é um acidente de moto. Vejo muitos arriscando suas vidas, fazendo ultrapassagens perigosas e menosprezando a sorte, pois, cada um que pilota uma motocicleta com irresponsabilidade, pode ser uma vítima fatal.

Rogo que pelo menos sejamos sensíveis com essa perda, para que venhamos a ter mais cuidado quando estivermos pilotando uma motocicleta. Eu, sempre que saio peço proteção aos meus anjos de plantão, por mediação do nosso Criador Maior, para que não me faça vítima de uma ‘fechada’ repentina e, se isso ocorrer, que me dê luz suficiente para que eu esteja em baixa velocidade. Comprometo-me a cumprir as regras de trânsito, sendo cuidadoso, mas, também, peço que não me veja frente a perigo que não foi eu quem criou.

  Assim, depois dessa trágica notícia, só nos resta, como mantenedores da mesma fonte de condução, torcer para que esse amigo do Poder Judiciário possa estar num lugar iluminado, com ótimas conduções no além-vida, para que alcance em breve tempo um lugar de bom descanso.



Imagens

Homenagem a um grande calaborador da nossa causa...

Comentários (2)

Enviado por: Laerte, em: 18/02/2011 22:40
Que deus ô tenha do seu lado no céu, e que de muita força a seus familiares nesse momento difícil q eles estão passando.

Enviado por: K10, em: 21/02/2011 11:24
Ele não vai estranhar o céu...vai analisar o mundo, os astros, mas leva todos no coração. É um errante, viajante do tempo, como o vento, apenas passa.

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