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Homenagens às nossas heroínas.


Publicada em: 10/03/2012 07:59
por: Hélio da Rosa Machado

                   O Mão na Taça não poderia ficar calado e deixar que essa data tão importante passasse no anonimato, afinal, somos homens em busca de nossas afinidades de lazer, mas, cada um de nós têm em casa uma heroína que nos dá apoio quando precisamos.

                    Falo do dia 08 de março de 2012, quando comemoramos o dia internacional da mulher. 

                     Como nosso cantinho virtual é bem frequentado por mães, esposas, namoradas e filhas, utilizo de meu dom de manifestação escrita, para render-lhes nossas homenagens de homens felizes, por termos  junto de nós a presença constante dessas gloriosas mulheres.

                      Segue a matéria:

AS MULHERES

 (Hélio da Rosa Machado)

 

Na semana que antecede o dia internacional da mulher muito se fala - e continuamos a falar todos os dias de nossas vidas - que se trata de um dia prodigioso que assinala uma existência ímpar em nossa humanidade, quando comemoramos o dia de todas Elas.  A mulher mãe está no mundo com a missão mais sublime do ser humano que é a capacidade de gerar outra vida humana, através das vicissitudes que Deus lhes ofereceu através do seu organismo (casulo do embrião) e de todas as fases da evolução do feto.

Mas não é apenas essa circunstância física que encanta, pois a mulher vive uma vida com responsabilidade superior à do homem, já que seu apego à criança se consubstancia desde a concepção até sua vida adulta, criando um vínculo que vem expressado na própria placenta que se rompe, necessariamente, pelo nascimento, mas cujo vínculo não se perde, eis que perdura pela afinidade e pela cumplicidade que se estabelece  pela própria convergência entre o corpo e a alma. Aqueles nove meses de gestão são o bastante para criar marcas inequívocas que ficam impregnadas pela vida toda. Não precisa ser uma mãe presente para que isso ocorra, pois uma mãe que por circunstâncias alheias se viu longe da cria, jamais se esquecerá que um dia foi capaz de gerar e de deixar no mundo um ser humano.

São muitos os exemplos que percorrem nossa história de mães que muitas vezes ficam sozinhas no mundo à mercê da sorte, tendo que dar subsistência aos filhos que sempre estão sob sua tutela, quando o pai se dá o desfrute de percorrer outros caminhos, deixando a família sob as agruras da miséria e do desamparo. Assim, a história ensina que o pai abandona e até esquece, mas a mãe jamais, pois, mesmo que venha a se desvincular da sua condição de mãe que cria, certamente ficará refém da perda e sempre terá em pensamentos o seu vínculo com aquela natalidade.

Por todas essas razões e também pela luta travada pela mulher no decorrer de nossa história, nós, pobres homens só temos a reverenciar todas a mulheres pela altivez de sua existência. Isso nos leva ponderar que nunca seremos nada e nunca seremos tudo, enquanto não estivermos conscientes de que toda a nossa existência deve ser creditada a uma mulher, ou, a duas, ou, a três, de acordo com nossa contingência pessoal. A pluralidade das mulheres citadas não se resume a silhueta absurda do chamado “machão” que procura manter sua virilidade com base em relacionamentos poligâmicos.  Estou falando de mulheres múltiplas que nos dão amparo, vislumbrando uma escala de hierarquia, nas diversas fases de nossa vida. Nesse contexto, surge em primeiro lugar, a mãe que zelou pela nossa existência desde nossos primeiros dias. Depois, vem a esposa que se propõe a ficar ao nosso lado enfrentando todas as nossas fraquezas e construindo ao nosso lado uma família. Por derradeiro, nossas filhas ou nossas filhas, que expressam dentro do seio familiar o elo de carinho e de ternura que se conjugam num universo generalizado, conquanto são poucos os filhos que são capazes de retribuir o amor com tanta intensidade como o de uma filha.

Não obstante todas essas qualidades a mulher, ela teve de exorcizar-se no decorrer da história, para poder conquistar mais espaços nesse mundo cruel da competitividade, sempre liderada e, às vezes, espezinhada pelo varão.  Existem até hoje países em que os homens têm poder indefinido, conquanto suas parceiras estão relegadas à humilhações, como o fato de ter de esconder o rosto, usar roupas que signifiquem imagem de pudor, como se elas não soubessem o caminho da lealdade e da fidelidade.

Existem países em que o varão pode possuir várias mulheres, porém desconheço o país que admite que uma única mulher tenha vários homens. Se isso ocorrer, logo vem a pecha de discriminação com a mulher, já que na maioria das vezes é chamada de  vadia e sem escrúpulos morais. Assim, o seu sofrimento se exprime na própria vanguarda dos costumes que a coloca como ser subserviente, mas jamais como ser servido.

Mas nada disso impediu que a mulher no seu espírito de guerreira fosse à luta e aos poucos alcançasse lugar de destaque no mundo ascendente, tanto que neste momento estamos vendo, com grande satisfação, que nosso Brasil, uma das grandes potências mundiais em ascensão, já é governado por uma mulher.

As próprias relações trabalhistas estão admitindo cada vez mais a presença da mulher na cúpula de grandes empresas e todas que têm chegado a esse patamar demonstram capacidade e alto discernimento no mundo dos negócios. Assim, também no mundo competitivo e cruel que se instalou nos Países capitalistas, é a mulher tem alcançado um nível de evolução que jamais foi imaginado a algumas décadas do passado.

Por tudo isso, no dia 08 de março de 2012, nós homens temos de levar às mãos para os céus e agradecer por termos ao nosso lado uma grande mulher. A mais notável para o nosso mundo individual é aquela que - em particular - comunga com nossas fraquezas, mas que nos diz em todo momento que somos fortes. Isso é o bastante para enfrentarmos as dificuldades e nos fazermos pessoas hegemônicas no mundo dos homens.



Imagens

Mulheres e flores formam uma combinação perfeita produzidas pela mão de Deus.

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