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Discurso em homenagem ao Sexteto de aniversariantes.


Publicada em: 19/03/2012 13:48
por: Hélio da Rosa Machado

Sexteto do Achei Festa.

 

Conforme já foi mencionado no site Mão na Taça, o título deste discurso é para ser Quarteto em Bo, contando com a inspiração do grupo vocal Quarteto em Cy, tendo em vista o número de quatro aniversariantes, com as características de que a sílaba Bo, daria ênfase às atividades de harmonia e sintonia com a bola, fazendo imitação do quarteto inspirador que se harmoniza e se afina com a música.

Entretanto, com a mudança do número de componentes na quinta-feira, para o número de seis, tive de adequar o nome do grupo.

Como não tinha conhecimento de nenhum grupo que tivesse a denominação de sexteto, recorri à internet no sentido de buscar algum grupo com essa característica. Curiosamente, achei o Grupo Musical Sexteto, num site denominado: Achei Festa.

Como se trata de seis colegas que realmente gostam de festa, não foi difícil adequar nosso sexteto à nova descoberta. Daí o título: Sexto do Achei Festa.

Aqui, na “Bancada da Bola”, também temos um sexteto que adora festa e a adora a bola.  Assim, cabe ao escritor fazer as denominações que lhe convier, desde que essas considerações não destoem das circunstâncias que envolvem esses seis homenageados deste dia.

Assim, creio que está justificado o título desta homenagem ao se referir aos seis amigos: Pironcelli,  André, Emerson, Leco, Mohamed e Rafael. Evidente que a justificativa não se encerra apenas na questão numérica. O complemento do título se fecha com a afirmação Achei Festa, porque os seis são frutos de amizades duradouras, construídas em torno da afinidade comum com a bola e com as nossas festas.

Aliás, são destes jogadores festeiros que quero falar, ilustrando as características de cada um.

                       

O Anderson Pironcelli, em atuação recentíssima, demonstrou que tem se encantando com a desenvoltura dentro de campo de campo de um jogador adversário do seu time do coração – o Corinthians.  Sucede que no jogo contra a equipe do Jardim Centenário, na estréia do novo uniforme da “Bancada da Bola”, nosso amigo Piron muniu-se de características “A LA GANSO” da Vila Belmiro, para, relembrando os meias habilidosos do passado, fez passes milimétricos para o atacante Valdir Casagranda. Seus dois passes da noite renderam-lhe aplausos da platéia presente, afinal, não é sempre que presenciamos, dentro de campo,  lances tão dignos de aplausos, por parte do nosso atual Diretor Esportivo.

Já o André Bossay, teve certa noite de quinta-feira que parecia que estava possuído (lembrando frase do saudoso Valdecir – da Esproval) ou,  fumado, segundo o dito popular. Nosso amigo, além de estar dotado de preparo físico além das suas forças normais, encarnou a figura emblemática de um antigo ala da seleção brasileira – o Cafu. O intrépido jogador, além de apresentar marcação cerrada sobre o adversário, ainda saia desembestado pela ala direita e, numa dessas correrias desenfreadas acabou desferindo um foguete contra o gol. A bola foi morrer nas redes adversárias, deixando o arqueiro estatelado dentro da sua meta sem entender o que havia a acontecido. Um lace raro, é verdade. Mas, aconteceu. Todos estão de prova.

Não vamos olvidar daquelas jogadas desconcertantes do amigo Emerson Morilho em campeonatos recentes. No campeonato de veteranos, jogando por determinado time, foi o jogador destaque dentro de campo. Sua atuação só era comparável à de Zidane na seleção da França. Além de ser o armador, foi o goleador do time. Entretanto, noutro campeonato entregou a ‘rapadura’ para seu irmão Tulinha, ao protagonizar uma jogada pitoresca onde permitiu que o time do irmão fosse para a semifinal e ele se encarregou de guardar no seu baú das recordações uma rara trapalhada que lhe rendeu muitas gozações.

O Leco, filho de um dos mais antigos oficiais de justiça da Capital – o Tomaz. No início em que esse atacante começou a atuar em nosso time, era difícil o diálogo, porque ele estava acostumado a falar em guarani com o velho pai.  Assim, algumas vezes, também queria tratar das jogadas no mesmo dialeto. Resultado, ninguém entendia e o seu rendimento não era dos melhores. Lá um belo dia o técnico lhe aconselhou a falar em português com a “Bancada da Bola”. Daí em diante, as coisas começaram a brilhar para o amigo Leco.  Passou a ser o goleador do time e até hoje é difícil que não faça gol quando entra em campo.

O Mohamed, considerando, por nós, como nosso representante muçulmano, a quem, em ritmo de cornetagem chamamos de homem bomba. Aliás,  quanto a essa denominação, pode parecer, ás vezes, que essa alusão bombástica se deve às ações extremistas do povo árabe. Nada disso, nossa intenção é ilustrar a potência e a precisão do seu chute, especialmente nas suas cobranças de pênaltis. Já teve ocasião em que, jogando contra ele, orientei nosso goleiro para cair do lado esquerdo da meta, que é aonde ele mira do seu tiro certeiro. A prevenção não tem sido suficiente, visto que a bola é chutada tão rente à trave que o arqueiro fica sem chance alguma. Entretanto, parece que a confiança desse artilheiro se dissipou com uma trapalhada recente, quando errou a cobrança e atirou a bola nas mãos do goleiro. Daí em diante parece que sua segurança já não é a mesma. Temos de testá-lo, oportunamente. Mas, acho que fase ruim é passageira.

O Rafael, menino que se criou no meio da “Bancada da Bola”, aprendeu com o pai a boa educação. Sempre foi um filho de bons exemplos e logo conquistou a todos pela sua disposição e empenho dentro de campo. Foi um dos grandes nomes de nosso meio campo em época recente. Infelizmente, depois de algumas contusões que o incomodam até hoje, não conseguiu mais fazer as grandes apresentações do passado. Isso, entretanto, não deixa ruir tudo o que construiu de bom em nosso grupo. Trata-se de rapaz de muito prestígio entre nós. Temos certeza que logo vai readquirir suas forças originárias e depois de se restabelecer completamente das suas contusões, voltará a brilhar em nosso meio de campo. Só não gosta de acordar cedo no domingo. Aí vem o Lalá com as suas sutis brincadeiras, para afirmar que esse sono incontido se deve as madrugadas amorosas com as revistinhas de banheiro.

Enfim, mudei um pouco o rumo da prosa neste discurso, após participar de algumas aulinhas com o amigo Lalá. Achei que devia cornetar um pouco, afinal, essa filosofia milenar ensinada e executada na “Bancada da Bola” tem sido o prato feito do nosso grupo. Rir é a coisa mais saudável que o homem possui na sua essência de vida. O sorriso no rosto gera saúde e entretenimento. Aproveito a oportunidade para desejar franca recuperação ao amigo Lalá.

O fato é que ao prestar mais essa homenagem, desta feita, falando de seis grandes companheiros que integram nosso grupo, sinto-me, mais uma vez, lisonjeado e orgulhoso, visto que esse clima de camaradagem e de confraternização que move nosso grupo durante todo o ano, só tem a se solidificar a cada dia e a cada encontro fraternal como este.

Assim, sempre falando em nome do nosso grupo, rogo que os homenageados continuem sendo essas pessoas importantes dentro do nosso convívio, já que os seis amigos que ora são citados sempre souberam valorizar ao máximo essa integração, comparecendo aos jogos, prestigiando a Diretoria Esportiva e, sobretudo, comportando-se como verdadeiros integrantes de um grupo tão unido como o nosso.

Nosso grupo segue a regra ditada por Mário Quintana: “O segredo é não correr atrás das borboletas...É cuidar do jardim para que elas venham até você”.

Só Deus é capaz de iluminar nossos caminhos, mas, somos nós, como grupo, que iremos dimensionar a estrada e marchar como soldados em busca dos nossos objetivos esportivos, sociais e filantrópicos.

Acho que nosso grupo se corporifica e se engrandece, a partir das nossas afinidades e dos nossos anseios, pois, aqui, cada um de nós é parte importante do todo. Cabe citação de Charles Chaplin, que diz sobre a proximidade das pessoas e os encantos que elas trazem na sua individualidade: “Cada pessoa que passa em nossa vida, passa sozinha, porque ela é única e ninguém irá substituí-la. Cada pessoa que passa em nossa vida nos deixa um pouco de si e leva um pouco de nós. Essa é a mais bela responsabilidade da vida e a prova de que pessoas não se encontram por acaso”.

Parabéns aos seis aniversariantes. Desejamos que vocês se encontrem com a felicidade em todos os momentos de suas vidas e não só nos dias de festas.



Imagens

O discurso que expõe as características dos homenageados.

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