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Amarelamos outra vez?


Publicada em: 13/08/2012 14:54
por: Hélio da Rosa Machado

Encerraram-se as Olimpíadas realizadas na Grâ-Bretanha e, com elas restaram as mesmas dúvidas que nós, brasileiros, acabamos por nutrir, quando nossos representantes não conseguem deixar nossa bandeira içada no mais alto do podium olímpico.

Evidente que nosso país não pode competir com países como China, Estados Unidos, Coréias, Rússia, Grã-Bretanha e outros que são tradicionais nas conquistas das medalhas olímpicas, porque não estamos preparados estrategicamente para alcançar tais glórias, além, é claro, de nossa cultura ser voltada para poucas opções em termos de modalidades olímpicas.

Mas, convenhamos, temos o futebol mais competitivo do mundo e um voleibol sempre sujeito a alcançar brilhantes resultados. Esse favoritismo não é gratuito.  Trata-se de duas modalidades profissionais capazes de trazer para o Brasil certa hegemonia porque mantém autonomia em termos de criatividade e de revelação de jogadores. Mas, então, por que em termos olímpicos esses elencos têm oscilado em termos de resultados?

No futebol, nós nunca conseguimos um título olímpico! Será que nossos jovens, apesar de muitos deles serem considerados craques, possuem, em contrapartida, um desequilíbrio emocional que lhes retira a garantia da estabilidade esportiva?

Já, no voleibol, nem tanto! A seleção olímpica já esteve no auge do podium olímpico, mas, se formos levar em conta a proporcionalidade dos títulos, o voleibol nacional conquistou muito mais títulos em outras competições internacionais, do que propriamente nas olimpíadas. Será que é o clima dos jogos e a convivência nas Vilas Olímpicas que leva nossos jovens a ficar cara a cara com seus adversários e por consequência levam-nos, também, a temer pelo infortúnio nas quadras? Já é hora de o Brasil se preparar emocionalmente para as disputas olímpicas, pois a próxima é no Brasil.

Não dá pra inventar a desculpa de que são seremos humanos e por isso justificar a perda de equilíbrio emocional, porque os adversários também são filhos de Deus e gozam das mesmas condições humanas.

O jogo do Brasil, contra a seleção do México, foi um desastre em termos de desequilíbrio emocional. Nosso time tremeu nas bases. Aquele passe dado pelo lateral Rafael nos pés do atacante mexicano foi um lance exato desse desequilíbrio emocional.  Aliás, essa instabilidade permaneceu durante todo o primeiro tempo. Só no segundo tempo é que a seleção canarinho ofereceu alguma reação, mas, infelizmente, levou o segundo gol e selou a vitória do México.

O curioso é que essa inconstância emocional não estava reservada apenas ao time masculino de futebol, já que, no outro dia, no domingo, a mesma estória ia se repetir com o selecionado do voleibol masculino. Nosso time ganhava com tranquilidade a partida. Tínhamos conquistado dois sets e bastava fechar o terceiro que o ouro olímpico ia figurar mais uma vez para nosso excrete. Nesse momento olhava-se para os Russos e tinha-se a impressão que o time deles estava abatido. Ledo engano! O seu técnico tirou a última carta da manga e essa foi suficiente para desarmar nosso elenco. Só bastou mudar de posição o grandalhão Muserskiy que o Brasil foi desmoronando aos poucos.

Ainda bem que as meninas do vôlei provaram o contrário. Elas sim vibraram e não temeram em nenhum momento as suas adversárias. Começaram mal a competição, mas foram crescendo aos poucos e chegaram gigantes na final. Será que no Brasil é assim, ou seja, as mulheres, emocionalmente, são mais fortes que os homens? Fica a pergunta para que o nosso internauta dê seu palpite...



Imagens

Elas é que são valentes!

Comentários (3)

Enviado por: A Verdade..., em: 13/08/2012 23:47
O Brasil se auto-denomina o país do "futebol",porém, temos muito mais conquistas no vólei e judo do que no futebol!!A mídia deveria dar mais valor a esses esportes,e divulgarem mais,assim como o futebol é divulgado e idolatrado pelas emissoras!!Se o Brasil,precisa de um "herói nacional",hoje ele esta em outras modalidades e não no futebol!!Se o Brasil não valorizar os outros esportes,continuaremos sendo um país competitivo em apenas 6 modalidades,das 31 disputadas em olimpíadas!!

Enviado por: COB ( Caixinha Obrigado Brasil), em: 14/08/2012 07:48
Os ventos que andaram soprando dos organizadores britânicos não são nada agradáveis. Eles só conseguiram chegar ao terceiro lugar no quadro de medalhas, depois de EUA e China, porque começaram a se preparar em 2000. Ou seja, 12 anos atrás, para colher os frutos em Londres. Na Olimpíada de Sydney, o orçamento foi de R$ 175 milhões. Produto final: 28 medalhas. Em 2012, R$ 950 milhões e 65 pódios (29 de ouro). O Brasil gastou R$ 2 bilhões no ciclo Pequim/Londres. Balanço: 17 medalhas (dois ouros).

Enviado por: Dúvida Pertinente, em: 14/08/2012 07:50
Não está na hora de uma varredura nas contas do COB ( Caixinha Obrigado Brasil) ?

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