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Para descontrair...


Publicada em: 28/11/2012 21:01
por: Hélio da Rosa Machado

O FULECO

 

Muitas anedotas já se apresentaram através dos diversos setores da internet, sobre o nome escolhido para o Mascote da Copa do Mundo de 2014. Dizia determinado comunicador que FULECO nada mais é do que a junção de fuleiro + timeco se referindo à nossa seleção da era Mano Menezes que não conseguiu convencer os torcedores brasileiros.

Na verdade o boneco representa a presença de um bichinho da fauna brasileira, o tatu-bola, cujo animal fora escolhido por um Comitê de personalidades brasileiras, como Bebeto, Arlindo Cruz, Thalita Rebouças, Roberto Duailibi e Fernanda Santos. Esse grupo de pessoas justificou que escolheu esse bichinho por que se tratar de um animal em extinção em nossas matas e cerrados. Eles acreditam que o escolhendo o tatu-bola como mascote haverá certo cuidado por parte das autoridades e por parte da própria população no sentido de que as poucas espécies que ainda existem sejam preservadas. Fuleco é a junção de futebol + ecologia.

Foram oferecidas três opções para o mesmo bichinho no sentido de que a população escolhesse uma delas: a) “Zuzeco”; “Amijubi”; e “Fuleco”.  Convenhamos que a população não foi atendida com grandes opções para escolher o mascote, já que os três nomes são de ‘amargar’ (como diria um cidadão amambaiense).

Nós mesmos, aqui na Bancada da Bola podemos ter o nosso mascote utilizando da mesma criatividade adotada para o mascote da Copa do Mundo 2014. Não temos o tatu-bola, mas temos o “Bola”. Ele é funcionário da Delegacia Sindical do Sindijus. Temos também o Leco que é jogador de nosso time nas quintas-feiras, filho de um oficial de justiça (Tomaz). Assim juntando o funcionário Bola com o Leco, temos um Funleco. Não é bem esse o nome dado ao mascote do Comitê Organizador da Copa do Mundo no Brasil, mas, convenhamos, é melhor deixar Funleco que significa uma fundação ou qualquer coisa do gênero. O Fuleco da CBF soa pejorativo!

O mais triste para todos nós torcedores é que os craques que antes decidiam as Copas do Mundo para o Brasil já viraram tatu-bola. Basta olharmos para o fenômeno. Nem mesmo com toda a parafernália global de abstinência alimentar e incansáveis exercícios físicos tem conseguido fazer com que Ronaldo perca a sua forma bem próxima de o mascote da próxima Copa do Mundo. 

Caberá ao Felipão e ao Parreira (nomes indicadas para gerir os destinos de nossa seleção) transformar o tatu-bola em ganhador de títulos e a primeira experiência do bichinho em extinção será no ano de 2013 na Copa das Confederações. Esse certame servirá para demonstração de que o surgimento do tatu-bola, em combinação com esses dois expoentes de títulos brasileiros, formem um trio forte e competitivo.


 

 



Imagens

E viva a criatividade do povo brasileiro!

Comentários (1)

Enviado por: Alziro, em: 29/11/2012 08:49
Você disse que o fenômeno está "bola", porque não viu o protagonista da Bomba-santa de 94. Dá dois fenômenos na largura. kkkkkkkkkkkk

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