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Perdido na metrópole


Publicada em: 19/08/2013 13:38
por: Hélio da Rosa Machado

O nosso Diretor Esportivo fez convocação do time do Sindijus para atuar no campo da Tramasul no último sábado. Para quem não sabe esse campo fica lá no distrito de Indubrasil.

Boa parte da turma concordou em participar desse jogo amistoso, visto que já faz bom tempo que nossa equipe não joga fora de nosso reduto, à exceção daqueles atletas que estão disputando o campeonato da Cohab. Entretanto, como a tabela deu uma trégua era oportuno participar desse amistoso.

Até aí tudo bem.  Enquanto era possível à organização agendar o jogo e convocar a equipe tudo correu de forma absolutamente tranquila. O que não foi possível aos dirigentes foi orientar com maiores detalhes o trajeto para se chegar ao local do jogo. Mesmo assim, em face das ‘dificuldades’ de se chegar ao campo da Tramasul o nosso Diretor Esportivo concedeu um mapa a cada jogador, pois as carências financeiras não permitiria conceder um sinalizador eletrônico que orientasse os motoristas “em trânsito de grande fluxo”, ou seja, o GPS.

Talvez o GPS fosse a solução para não haver atrasos e nenhum dos jogadores terem dificuldade para se chegar ao campo de jogo, visto que aquela praça esportiva está localizada em uma zona de ‘difícil’ acesso, pois foi encravada na emaranhada via urbana do distrito de Indubrasil”.

Aqueles jogadores mais experientes e acostumados a dirigir em vias congestionadas e complexas, depois de algumas orientações ligeiras acabaram por chegar ao local de encontro, ou seja, na primeira entrada do distrito de Indobrasil.

Entretanto, depois de feita uma contagem sistemática dos presentes, faltava alguém que segundo um dos jogadores já havia se comunicado em busca do trajeto. O Fabrício era quem havia atendido ao telefone daquele jogador que ainda não tinha chegado. Entretanto, o ponteiro do relógio começou a avançar e nada da presença do indigitado atleta. O Fabrício ligou novamente e quando ele atendeu disse que já estava chegando e já havia feito uma última curva (depois de tantas). O Fabrício estranhou essa referência às curvas, afinal, para se chegar ao Indubrasil só se observa uma única curva que é a rotatória da chegada.

Depois das verificações iniciais constatou-se que o atleta já estava chegando na cidade de  Terenos. Sei que depois do quarto telefonema o Fabrício conseguiu convencer o jogador a voltar. Explicou: Você vem pela BR e quando chegar ao Indubrasil vire à direita. Aí ele, meio puto, exclamou: - Você não disse que era pra virar à esquerda. O Fabrício teve que convencê-lo de que agora ele estava voltando e por isso teria que inverter o lado da entrada.

Enfim, depois de uns trinta minutos por lá apareceu o atleta perdido. Ele não seguiu nenhuma das orientações do Fabrício, já que ao invés de ele aparecer na entrada da cidade seu veículo despontou em lado oposto, ou seja, ele continuava perdido, mas desta vez dentro “da grande metrópole do Indubrasil”.

Já é hora de a Diretoria Esportiva providenciar um GPS para cada atleta. Já imaginou se o jogo valesse três pontos? Certamente que nosso time teria perdido por WO, porque o espírito de solidariedade não permitiria que seguíssemos o trajeto sem a presença de um dos atletas da equipe.

Não vou dizer o nome do cidadão. Só umas pequenas dicas: Alguns o chamam de ‘sono’. Joga no meio campo. Tem origem paraguaia. Tem apelido que começa com Tu e termina com Inha.

Fabrício essa para descontar o negócio dos cãozinhos dormindo na sua capa de violão. kkkkkkkkkk



Imagens

Essa é a indubrasil do ano 2099. kkkkkkkkk

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