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Voltando na história de nossos campeonatos.


Publicada em: 29/08/2013 13:45
por: Hélio da Rosa Machado

Sempre que gostamos de algo também temos o hábito e a curiosidade de saber como foi que as coisas ‘andaram’ para se chegar ao auge desse evento que causa frisson e tanta expectativa antes de sua ‘largada’ definitiva.

Tudo que sei é que os primeiros campeonatos eram organizados como se fossem algumas partidas apitadas por árbitros, mas sem os requintes de planejamentos e preparos da atualidade. Era como se fosse algo artesanal. A única coisa que existia no papel era a inscrição. O regulamento era algo escrito às pressas e não previa uma série de acontecimentos que foram se aperfeiçoando com o tempo. O uniforme era como se fossem os coletes da atualidade. Sei que na primeira lavada eles encolhiam e apertavam a barriga dos atletas mais rechonchudos. Aliás, isso ainda ocorre nos dias de hoje com a ressalva de que não são os tecidos que encolhem, mas as barrigas que cresceram.

O campeonato de futebol de campo ainda demorou um tempo já que lá pelos idos de 1986 nós estávamos em época de construção do campo. Não tenho muita certeza, mas acho que a primeira competição ocorreu no ano de 1988 ou 1989. O campo ainda estava em fase de aperfeiçoamento do gramado.

Em época anterior à ‘largada’ para os campeonatos de futebol de campo a gente organizava torneios de futebol de salão que foram realizados em algumas quadradas da Capital: Manduzão (Júlio de Castilho) e Quadra Bar (perto da Prefeitura da Afonso Pena).

Nosso gramado, logo que plantado, existia muitas falhas especialmente para o lado da rua. No início ele só se desenvolveu de forma correta no local onde o trator trouxe terra removida. A parte de cima de onde a terra foi retirada para repor do outro lado a grama ficou bem ralinha e demorou para crescer.

As fotos antigas demonstram que daquele lado onde a grama não se desenvolveu existiam alguns buracos e falhas que exigiam uma reforma. A primeira delas foi feita num grande mutirão, mas não surtiu efeito já que trabalhamos sem orientação técnica. Lembro-me que colocamos muita terra sobre a grama e sufocamos sua raiz. Tivemos que fazer outra reforma urgente e desta feita tivemos de plantar novas placas. Dessa vez fizemos o trabalho com orientação de alguém que entendia do assunto.

Foram gastos uns trinta caminhões de terra entre areia e terra preta para essa última reforma. Foi nessa época que o campo começou a se formar naquele lado precário. Assim, os melhores campeonatos, com um gramado perfeito foram realizados na década de 90.

As coisas foram acontecendo aos poucos. Mas, depois de uma década de competição tudo já corria com o impulso de uma competição famosa e de grande procura.

Os moldes sempre foram os mesmos. Ou seja, sempre tiveram representantes que se responsabilizavam pelos times. Cada time recebia um nome aleatório. Foi nessa época que surgiu time Mão na Taça, equipe que eu dirigi por alguns anos. Somente depois de algum tempo, com sugestão do Kerson, os campeonatos começaram a receber nomes de equipe oficiais, ou selecionados mundiais.

Já existiu até diretoria que depois de ter assumido e, por não ter identidade com o futebol, ameaçou acabar com o campeonato. Foi um tiro no escuro já que houve um movimento rápido inclusive com assinatura de um ‘abaixo assinado’ que caiu nas mãos dos dirigentes. Isso os fez recuar na pretensão de não prestigiar a competição.

A partir daí, todo e qualquer dirigente que assumia a Direção da Delegacia Sindical a primeira bandeira de ação era dar retaguarda para que fossem mantidos esses campeonatos.

As experiências de cada ano permitiram achar a melhor forma de disputa. Já tivemos campeonatos com 10 equipes. Já tivemos campeonatos com 8 equipes. Não funcionaram. Foi só dois anos com esse número de equipes. Mudaram-se, também, várias vezes o formato da disputa. Já teve tempo pontos corridos. Já teve tempo de dois turnos.

Depois de tantas fórmulas, a que ficou em definitivo foi a de 7 equipes. Aliás, foi proposta minha. Sucede que quatro jogos eram desgastantes para os árbitros e para os atletas. Tinha gente que saia do Sindijus por volta da 22 horas (horário que acabava o último jogo). Assim, os representantes lamentavam quando pegavam o último jogo. Não ficava ninguém na arquibancada. Só os atletas dentro de campo e alguns familiares que, forçosamente, tinham de esperar.

O formato de 7 equipes melhorou em tudo. Além de o último jogo acabar mais cedo em cada final de semana a folga de um time propicia a seus atletas a possibilidade de se organizarem quanto a compromissos particulares.

No dia 14.9.13 a Diretoria Esportiva já está anunciando mais uma competição na modalidade aberta. Deve ser realizado o torneiro início. Já há expectativa da montagem das equipes, visto que o Alex já anunciou o encerramento das inscrições.

Muitos ex atletas se tornaram técnicos. Eles continuam jogando um pouquinho, mas sabem que, para brigar por títulos, é salutar utilizar da experiência. Nesta competição será a gurizada quem irá correr e executar as jogadas. Serão eles que farão os times saírem vencedores, embora exista bom contingente de veteranos que ainda decidem jogos. Um detalhe: Há mais veteranos do que jovens.

Em contrapartida, a meninada tem que ter a consciência de que eles ainda são exceção. Há aqueles que jogam muito e aqueles que nem tanto. Assim, é importante que respeitem os técnicos e se submetam aos planejamentos dos jogos. Não adianta achar que são melhores e que vão ser os únicos a decidir a partida. Uma equipe só é vencedora com solidariedade e com a utilização do espírito coletivo dentro de campo. Quem achar que vai decidir sozinho pode assinar o ‘passaporte’ da desclassificação.

Enfim, rogo a Deus que acompanhe nossa competição e não deixe que alguém se machuque seriamente. Peço que os atletas joguem um futebol leal e com despeito ao adversário. Que, nas jogadas individuais, os atletas visem à bola e não a canela do opositor. Se for esse o espírito da competição tenho certeza que teremos outro campeonato para ficar na história. 



Imagens

As ferraris de hoje serão lembradas amanhã.

Os fordinhos de ontem são lembrados hoje.

Comentários (3)

Enviado por: Paco, em: 29/08/2013 14:00
Machadinho, foi em 1987 a primeira competição onde nós fomos os campeões da nova arena,essa eu não esqueço, rsrsrs.

Enviado por: Hélio, em: 29/08/2013 14:23
É isso Paco. Nós (fordinhos 29) não temos a memória tão perfeita! kkkkk

Enviado por: Rogerio, em: 29/08/2013 16:15
mais estes (fordinhos 29) que são a diferença do campoenato pois tem muita ferrari que so tem a potencia e quando chega na reta final a maquina falha, ja vi neste campeonato ai muita ferrari ficar pelo caminho e varios fordinho chegar a vitoria. Humildade e tudo.

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