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Recordar é viver.


Publicada em: 04/11/2013 19:23
por: Hélio da Rosa Machado

Como é bom voltarmos na história e enxergarmos que hoje só os nossos cabelos e nossa a barriga tomaram contornos diferentes de algumas décadas atrás. As paixões, as alegrias, a música e o futebol sempre estiveram integrados ao nosso bem-estar.

Quando ainda não existia a ‘Bancada da Bola’ quem se encarregava de dar contornos às nossas comemorações era um grupo que hoje, carinhosamente, chamamos de ‘Oases’. A sigla vem da abreviação de 60 até ½ que era o nome de um bloco de carnaval que dava trabalho à Marilu Guimarães (da TV Morena). A gente colocou essa denominação com números para tentar dificultar o raciocínio da dita repórter. Sucede que ela era meio lerda e demorava a entender o significado, então alguém se candidatava para explicar. Assim, o grupo, além de ser destaque na televisão ainda aparecia alguém de nossa turma dando entrevista. 60 até o ½ era apenas um enigma que significava um bloco de trinta pessoas. Assim, a sigla ‘Oases’ não é mais do que a abreviatura de Os Amigos do Sessenta.

Pois é. Hoje o Paulo Brum apareceu com umas fotos no face e eu tive de copiá-las para mostrar aqui no Mão na Taça como a gente era há algumas décadas do passado.

A primeira foto expressa um hobby muito apreciado na época em que nosso grupo era verdadeiramente enxuto, ou seja, quando a gente tinha um ‘manequim’ de primeira, com físicos de atleta e barriga ‘tanquinho’. Os acampamentos eram nossas diversões favoritas de feriado e final de semana. Para variar, os instrumentos de percussão nos acompanhavam. Um treme terra, chacoalho, tamborim, caixa etc. O Moacir Cardoso era o violeiro oficial. Às vezes, fazia essa função o Vagner Sávio, Medina e outros. Onde a gente estava era ‘barulho’ na certa. Não era um samba bem sambado, mas era um samba ‘aparaguaiado’ que em certas ocasiões mexia com a galera presente. Às vezes saia carnaval, porque as marchinhas era o nosso toque preferido. A Colônia de Férias da Associação Comercial era o nosso palco predileto. Quando a gente chegava era aquele rebuliço.

Já a segunda foto demonstra outra faceta pouco comum nos dias de hoje. A galera tinha a tradição de no final de ano armar uma partida com todos vestidos de indumentária feminina. A brincadeira rendia boas gargalhadas e era bem apreciada pelas namoradas, esposas e outros que frequentavam o campo da ASPJMS (lá pelos anos 90). Quem é das antigas aqui no Sindijus participava desse evento. A foto ilustra a presença de muitos que ainda hoje vestem as cores de nosso sindicato. Sei que a foto irá despertar muitos corneteiros. Mas, fazer o quê? A foto está muito engraçada e eu não poderia deixá-la no anonimato em que se encontra. Afinal, temos grandes amigos que hoje são autoridades e nem por isso deixaram de viver intensamente aquelas festas descontraídas de final de ano.


 



Imagens

Grupo do treme-terra. Ano 2000.

Quem é capaz de identificar os atletas, ou 'as atletas'...kkkkkk

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