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Chegando a Velharada.


Publicada em: 11/07/2012 16:01
por: Hélio da Rosa Machado

O repatriamento de jogadores que saíram bem cedo do futebol brasileiro, para depois voltarem em final de carreira enseja uma situação justificável, desde que os clubes brasileiros ganhem com essas transferências, a final, tratam-se de jogadores que já ganharam muito dinheiro no estrangeiro e querem voltar, mas sem o compromisso de retribuírem amplamente o investimento, porque já não são capazes de produzir os grandes feitos de início de carreira.

Só não entendo essa de alguns clubes estarem trazendo jogadores estrangeiros em final de carreira para jogarem no Brasil, sem que isso compreenda bons negócios, já que as notícias são de que tais jogadores estão vindo às custas de grandes negócios com empresários brasileiros e, à toda evidência, já não são os mesmos de alguns anos atrás. Citem-se os casos recentes de Seedorf e de Forlán. O primeiro veio para jogar no Botafogo. O  segundo, para jogar no Internacional.

Isso anuncia alguma coisa que nos parece deprimente para nosso futebol. É verdade que nossas empresas internas têm evoluído em suas finanças e podem arcar com enormes somas para satisfazer algum negócio que possa significar lucro.  Não nos parece que jogadores em fim de carreira possam gerar esses dividendos esperados pelas empresas. Por outro lado, com a saída prematura dos nossos jovens para o exterior, a nossa safra não tem se tornado produtora de bons frutos para as cores dos clubes brasileiros, talvez, aí esteja a razão de estarmos importando atletas em fim de carreira.

A grande verdade é que nosso futebol, ultimamente, tem sido uma mistura de jogadores de outros países, especialmente da própria América do Sul, já que países como Uruguai, Argentina, Paraguai, Equador, Chile e outros, não tão equilibrados no que concerne à sua moeda interna, acabam cedendo ao Brasil inúmeros jogadores que, querendo ou não, incham nossos clubes com o chamado estrangeirismo.

Penso que tal prática, ao invés de servir ao futebol tupiniquim, acaba denegrindo a imagem do próprio jogador brasileiro, já que essa indiscriminada entrada de estrangeiros demonstra que os clubes daqui não confiam no contingente nacional.  Isso se explica, também, em função da saída para o Primeiro Mundo dos melhores jogadores, deixando o Brasil refém daqueles atletas comuns que não decolam. Essas duas questões estão fazendo com que o nossos campeonatos deem bons prêmios para outros jogadores de fora. É só ver as últimas premiações, quando aparecem inúmeros jogadores de outros países recebendo prêmios que deveriam ser dados a jogadores brasileiros. O pior, é que os clubes incentivam essa prática, porque o jogador, indiretamente, está produzindo louvores para os escudos dos times.

Resultado de todas essas problemáticas e que nosso futebol caiu assustadoramente nos últimos anos. Até a nossa colocação junto à FIFA despencou como nunca havia caído antes.

Entretanto, estamos próximos de uma Copa do Mundo no Brasil e, com o avançar do tempo, ainda não conseguimos montar uma seleção que chegue à aclamação popular. O maior entrave para se montar uma seleção competitiva é a longa distância em que os melhores atletas estão situados, visto que, cada um deles, vinculados a calendários diversos, jamais terão tempo suficiente para um treinamento ou para uma preparação à altura.  As recentes Olimpíadas e a próxima Copa das Confederações vão ajudar nessa preparação, mas, sempre fica aquela dúvida: Será que hoje nós temos atletas à altura de selecionados do passado?  



Imagens

Tenho dúvida se esses jogadores valem os investimentos...

Comentários (6)

Enviado por: Fábio, em: 12/07/2012 09:44
Devido ao fato de o Corinthians ter apostado no Ronaldo - que de fato alavancou o clube, pois recebeu R$30 Milhões em patrocínios e o Corinthians passou a se comportar como empresa e se tornou hoje na principal equipe do país - outros clubes tem tentado o mesmo, mas talvez não tenham se atentado que fenômeno não aparecem todos os dias. Até que ponto essas apostas são prejudiciais ao nosso futebol? Basta olharmos os resultados alcançados hoje como citado acima.

Enviado por: Tsunami 1, em: 12/07/2012 09:57
E a casa desabou. Finalmente, o Tribunal Federal da Suíça divulgou os documentos em que os impolutos Ricardo Teixeira e João Havelange reforçam sorrateiramente a poupança nossa de cada dia. O eterno rei da bola, ‘titio’ Teixeira, papou US$ 12,4 milhões, entre 1992 e 1997, enquanto o ex-mandachuva da mamãe Fifa recebeu US$ 1,5 milhão, em março de 1997. Os presentinhos foram enviados pela ISL, extinta empresa de marketing esportivo.

Enviado por: Tsunami 2., em: 12/07/2012 09:58
Nos anos 90, a ISL ganhou o direito de comercializar a Copa do Mundo. Faliu em 2001, com mais de US$ 300 milhões em dívidas. O escândalo foi denunciado pelo jornalista Andrew Jennings, da ‘BBC’. Inicialmente, a mamãe Fifa fez de tudo, e mais um pouco, para salvar a pele do ex-presidente do Circo Brasileiro de Futebol e do amigo de fé Havelange. Mas houve uma ruptura política entre as partes e... salve-se quem puder. Isto posto, fala Odorico: ‘Deixemos os entretanto e vamos logo aos finalmente’.

Enviado por: pedro!!!!!!!, em: 12/07/2012 13:27
vejo que tal repatriaçção é p/ fato dos meninos novos nao estar produzindo correspondendo em campo, a responsabilidade e alegria de jogar futebol; que pena? não!!!! nao somente exemplo no futebol profissional como tambem no certamente aberto sindjus 2012, os novos mais uma vez deixaram a desejar, nao chegaram!!!!!!parabens atletas veteranos

Enviado por: José Robson, em: 12/07/2012 19:18
O campeonato brasileiro vai virar um campeonato de veteranos - acho que estão se espelhando no sucesso da "bancada da bola"! Aliás, que tal convidar esse povo para enfrentar a bancada? Que tal a sugestão?

Enviado por: p/ Fábio, em: 13/07/2012 12:34
O Corinthians não serve de refêrencia para nada. O Corinthias só teve o patrocinio que teve graças as intermediações do vagabundo do Lula, bem como, ganhou um estádio construido com dinheiro público, o dito "timão" se tornou o maior clube "chapa branca" do futebol brasileiro!

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