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O tiro saiu pela culatra.


Publicada em: 21/11/2013 14:03
por: Hélio da Rosa Machado

Quem ainda não escutou esta frase popular? Pois é. Às vezes aqueles que se julgam grandes acabam pagando o preço de serem arrogantes. Refiro-me à situação pouco peculiar que se encontrava a Ponte Preta antes do jogo contra o São Paulo na noite de ontem. O time do Morumbi acuou a macaca nas suas limitações estruturais. Primeiro boicotou o seu estádio Moisés Lucarelli em Campinas. Está certo que falava em nome do regulamento da competição. Mas, não havia motivo para querer interferir no segundo estádio escolhido pela Ponta Preta. O São Paulo também contestou o fato de o segundo jogo ser deslocado para Mogi Mirim no estádio Romildo Ferreira.

Quando li tais notícias no dia de ontem eu fiquei a pensar: - É bem possível que tais entraves venham a dificultar para o São Paulo, já que são condutas que fazem o elenco da Ponte Preta vir para campo com maior motivação para o jogo.

Dite o feito. Essas nuances fora de campo acabaram por incutir nos jogadores da Ponte Preta a ideia de entrega no jogo de ontem.

Não vi o jogo porque estava em solenidade de formatura do meu filho. Mas, soube por quem encontrei no caminho que o São Paulo tinha levado um ‘chocolate’ de 3 X 1 dentro do Morumbi. O placar talvez até não tenha significado boa performance do time de Campinas, mas, convenhamos, a Ponte Preta abriu uma boa vantagem para o jogo no estádio onde o São Paulo não queria jogar (em Mogi Mirim).

Agora o time de Muricy vai ter que deixar de lado essas picuinhas fora de campo  e provar dentro dele que é um time de chegada. A recente crise que assolou o elenco talvez tenha sido fruto dessa cultura maioral que o Presidente Juvenal Juvêncio tem empregado externamente perante a mídia Nacional. Isso ocorreu com o seu estádio quando a FIFA negociava com os Estados a inclusão das arenas para a Copa do Mundo. O São Paulo se sustentou no seu discurso de ‘já tenho tudo isso’ e acabou perdendo a oportunidade de ceder seu estádio para a maior competição de nível mundial.

E agora José? É claro que o São Paulo tem condições de reverter esse resultado, mas desde que os jogadores se dediquem mais do que estão acostumados, afinal o time tem um elenco mais qualificado do que a Ponte Preta.

Entretanto, mais uma vez fica a lição. Em nosso futebol já não existe os chamados times grandes. Existem sim os times mais estruturados e com diretorias mais preparadas para enfrentar o ‘calor’ da disputa. Quem melhor planeja e melhor contrata é quem acaba alcançando os melhores resultados.

 



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E agora José?

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